Blog de TIAGO SANTIAGO

30/10/2008

Queridas e queridos do Brasil, hoje foi a apresentação do IBOPE-INTELIGÊNCIA, na Record. Mostrou com força a aprovação de quem assiste a novela, dos 11 aos 60,homens e mulheres. A audiência continua super bem. Muito obrigado aos fãs da novela, que nos prestigiam diariamente. Vocês sabem que fazemos com amor. Hoje, quarta, prévia de 16,2 com pico de 19. Com a reprise do cap do dia anterior, que começou a ir ao ar às 20h, demos prévia de 13, lindo para uma reprise, não? Pode até consolidar pra cima. Quem sabe? Nesta quinta, saberemos. Na semana, 14 na segunda, 15 na terça, e hoje fomos muito bem. Acreditam que há mal educados que escreveram comentários dizendo que eu menti quando publiquei que na quarta passada ficamos durante vários minutos a um ponto da Globo? Foi contra o futebol, gente, e não preciso mentir não. Noutro horário, computamos horas na liderança, ok? Neste horário em que estamos, é muito mais difícil chegar à liderança, mas vamos super bemHoje ficamos na prévia em vários momentos com 19 x 22. Ganhamos de "O Pantanal", a cada minuto que concorremos. Já seguramos há cinco meses a concorrência nos patamares mais baixos de sua história. Passamos com força pelas campanhas maciças de um império de comunicação super poderoso, enfrentamos monopólio das Olimpíadas, férias, horário eleitoral, e continuamos com belíssima média, no principal horário da TV brasileira. É mérito desta equipe maravilhosa e super talentosa que faz a novela dos mutantes continuar a bombar com extraordinário sucesso no Brasil, desde agosto de 2007. Vamos fazer uma mega festa para comemorar um ano e 400 capítulos no ar! Mudando de assunto, para os que esperam mais de mim que a reafirmação da força da concorrência e sua vital importância para o mercado... vamos falar do bebê! João Lucas está lindo e glorioso, cheio de dentinhos, nascendo os de cima, os laterais, já engatinhando, ficando de pé, se encostando nas coisas, experimentando sons, adora brincar, é um bebê feliz e saudável, graças a Deus! E para completar a felicidade dos leitores deste blog e infelicidade dos invejosos, seguem abaixo cenas que vão ao ar amanhã:

 

CENA 4.MANSÃO. INt. DIA

SAMIRA CONVERSA COM CLARA. DRACO E TELÊ NÃO ESTÃO NO MESMO LUGAR.

SAMIRA               — Por que você acha isso de mim? Quem te disse que eu não gosto de mim? Que eu não tenho amor próprio?

CLARA                 — Ninguém precisou me dizer. Eu sinto. Eu vejo pelo seu rosto, nos seus olhos.

SAMIRA               — Você tem mais algum super poder que eu desconheço, é isso?

CLARA                 — Não, Samira. Não é nenhum poder especial. É sensibilidade.

SAMIRA               — Sensibilidade? Isso é coisa de fracos!

CLARA                 — Nada disso, Samira. Sensibilidade é um dom natural de todo ser humano. Mas pra desenvolver esse dom, é preciso ter amor no coração.

SAMIRA               — Pra você, tudo é motivo pra falar desse tal de amor. 

CLARA                 — Enquanto você não souber o que é o amor, Samira, não vai  conhecer a maior força criadora e transformadora que existe na face da Terra.

SAMIRA               — Eu já conheço todas as forças mais poderosas que existem. E elas fazem parte de mim, são os meus super poderes... que nenhum outro mutante é capaz de igualar! Muito menos você, pirralha pernóstica, obcecada pelo discurso amoroso!

CLARA                 — É o que você pensa. Nenhum dos seus super poderes supera o poder do amor verdadeiro.

SAMIRA               — Chega desse papo de amor. Isso é conversa pra crianças, pra gente tola, ingênua, idiota!

CLARA                 — Se você acha isso mesmo, por que é que tá conversando comigo?

SAMIRA FICA SEM JEITO.

SAMIRA               — Tô conversando por quê... É porque... É simples curiosidade, só isso.

CLARA                 — Sei...

SAMIRA               — É que eu não me conformo de não conseguir absorver seus poderes de cura.

CLARA                 — Só por isso você gostaria de saber o que é o amor?

SAMIRA               — Sim. Só por isso. (PENSA) E porque eu não me conformo de não saber o que é, de não sentir tudo isso que você fala. Inferno! Eu sou super poderosa! Por que não consigo saber o que é amar?

CLARA                 — Talvez porque você nunca tenha sido amada. Foi criada sem mãe, sem família, acorrentada, numa cela fria...

CAM. FECHA EM SAMIRA.

ENTRADA PARA FB

INSERIR TRECHO DO CAP 200 - CENA 36 – CDC: APRESENTAÇÃO DE SAMIRA, NAS CORRENTES.

VOLTA DE FB

SAMIRA ESTÁ FRIA, TENTANDO CONTROLAR A DOR DA REVOLTA.

SAMIRA               — Não posso me revoltar com isso agora. Ou vou sentir dor. Tenho que conter a minha revolta. Não quero sofrer mais do que já sofri. Chega de sofrimento.

CLARA                 — Você reprime seus sentimentos porque foi tratada como bicho. Os únicos sentimentos que você se permite são o ódio, o desprezo, a agressividade...

SAMIRA               — Pára... Pára... Minha cabeça tá doendo. Não posso me revoltar. Você não entende...

CLARA                 — Mas ainda é tempo de curar esse coração machucado. Mas pra isso, você precisa começar a gostar de você mesma, apesar de tudo o que você já sofreu.

SAMIRA               — Eu não consigo entender o que você fala... gostar de mim mesma...

CLARA                 — Pra se gostar dos outros, Samira, é preciso antes gostar da gente, de si mesmo. Entende? É isso que se chama amor próprio. No fundo, você não sabe o que é amar porque você não gosta de você. Foi acostumada a pensar em si mesma como um monstro, uma fera, uma mutante perigosa.

SAMIRA               — (NA DÚVIDA) Será? (IRRITADA) Bobagem! Você só diz bobagens! Não sei porque eu ainda perco o meu tempo te escutando! Ai... minha cabeça... tô com dor... muito forte...

CLARA                 — Eu sei, Samira... Porque no fundo, lá no fundo do seu coração, tem uma criança gritando pra ser amada. Eu só espero que um dia você consiga olhar pra essa menina dentro de você e liberte ela dessa prisão, desse lugar escuro e tenebroso. Mas só você pode fazer isso, mais ninguém.

SAMIRA               — Pára, pára com isso! Tenho um implante! Ela – a Juli – colocou no meu cérebro... Não posso desobedecer... não posso me revoltar... ou vou morrer... entende?

CLARA                 — Posso tentar curar você... se você deixar...

SAMIRA               — Não... Você não pode curar o implante no meu cérebro... e se eu ficar do lado dela, vou ter todo o dinheiro, toda  a fortuna, esta casa, a herança da família Mayer... Você não entende? Não posso te escutar, menina mutante... do dom da cura... pelo poder desconhecido pra mim... o poder do amor...

CLARA                 — O poder do amor vai te curar...

SAMIRA               — Fique longe de mim! E nem pense em fugir! Tá me entendendo?

SAMIRA NÃO DEIXA CLARA SE APROXIMAR DELA,

CORTA PARA

 

Vejam mais abaixo a continuação da história da Mula Sem Cabeça, no ar também amanhã. Vamos mostrar a Mula no ar, não na cena abaixo, mas numa outra, pouco depois:


Escrito por TIAGO SANTIAGO às 00h00
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29/10/2008

CENA 3. CASA ABANDONADA. INT. DIA

MARIA FECHA A PORTA RAPIDAMENTE E SE VOLTA PARA MARCELO, ASSUSTADA. MARCELO ESTÁ MUITO FRACO, COM O FERIMENTO EXPOSTO. OFEGANTE, MARCELO TEM DIFICULDADE DE FALAR.

MARCELO          — O que foi, Maria?! O que você viu?

MARIA                 — Eu acho que tô ficando maluca, Marcelo. Só pode ser...

MARCELO          — Você ainda se espanta com alguma coisa nessa ilha?!

MARIA                 — Olha, o que eu vi agora me deixou bem assustada. Não vou mentir.

MARCELO          — Mas o que foi que você viu? Me conta!

MARIA                 — Eu vi um bicho muito esquisito, Marcelo. Parecia um cavalo ou uma égua, sei lá. Mas não tinha cabeça! No lugar... Tinha fogo! Fogo saindo pelo pescoço!

MARCELO          — Só pode ser a mula sem cabeça, Maria.

MARIA                 — Meu Deus! Mula sem cabeça? Tá falando sério? Igual às lendas?

SONOPLASTIA. RELINCHOS E CAVALGAR.

MARCELO          — É, Maria. Não duvido de mais nada. Quando eu era pequeno, tinha medo dessa história... da mula sem cabeça... e agora... será possível?

MARIA                 — Será que isso tá mesmo acontecendo, Marcelo? A gente não tá sonhando? Sob a influência daquele mutante do mal?

MARCELO          — Você acha que pode ser mais um ataque do Pesadelo?

MARIA                 — Não sei. Mas pode ser.

MARCELO          — Mas como nós dois podemos estar vivendo o mesmo sonho tenebroso? 

MARIA                 — É o que tá parecendo. O Homem-Pesadelo deve estar por perto. Deve ter o poder de nos fazer sonhar juntos com coisas de que nós temos medo.

MARCELO          — O pesadelo... ele quer nos destruir...

MARIA                 — Ou então... será que é verdade? Será que é mais uma louca invenção dos reptilianos?

MARCELO          — Não... Os lagartos marcianos são bípedes, com polegar opositor, assim como nós. São de uma civilização mais antiga que a nossa... e tem um enorme controle da engenharia genética das mutações físicas... É assim que eles viajam de planeta em planeta, sugando a água... Mas mesmo eles – que têm o poder de locomover sua civilização pelo espaço sideral – mesmo eles não poderiam materializar uma criatura tão tenebrosa... um monstro tão terrível quanto a mula sem cabeça. Você conhece a lenda?

MARIA                 — Sim. É uma criatura muito conhecida no folclore brasileiro...  Minha mãe me contou uma vez a história... É muito macabra...

MARCELO          — Me lembra... Era uma mulher, não era?

MARIA                 — Era... Era uma rainha, em Portugal, que tinha a mania de ir sozinha, ao cemitério, escondida de todo mundo, em algumas noites da semana. O rei, uma noite, decidiu seguir sua mulher, sem ser visto por ela. Quando chegou ao cemitério, ele a encontrou debruçada sobre um túmulo, com as mãos cheias de anéis, devorando o cadáver de uma criança, enterrada na véspera. O rei, deu um grito, horrorizado. E quando a mulher viu que tinha sido pega em flagrante, ela se transformou na mesma hora na Mula-Sem-Cabeça, que solta fogo pelas ventas.

MARCELO          — E foi isso que você viu, Maria?

MARIA                 — Foi. Lá fora. Eu não conseguia imaginar... como podia soltar fogo pelas ventas... se não tinha cabeça... até que hoje eu vi... a mula sem cabeça!

MARCELO          — Cruzes! Um monstro que solta fogo pelo pescoço?  Com patas de aço e um relincho que pode ser ouvido a muitos metros de distância!  

SONOPLASTIA. NOVO RELINCHO DESTA VEZ MUITO PRÓXIMO.

MARIA                 — Eitalelê. Parece que ela tá cada vez mais perto!

MARIA LEVANTA-SE E VAI ATÉ FRESTA OU JANELA VER O QUE É.

MARIA                 — (ASSUSTADA E CURIOSA) O que é isso, meu Deus?!

MARCELO          — O que você tá vendo, Maria?

MARIA TOMA SUSTO.

MARIA                 — É ela, Marcelo! Eu tô vendo! É a mula sem cabeça!

MARCELO          — Ai! Maria! Não tô me sentindo nada bem! Tô sentindo muita dor!

CAM. DETALHA: MARCELO GRITA E DESMAIA.

MARIA                 — É o Homem-Pesadelo! É ele! Só pode ser ele que tá fazendo isso!

NO PAVOR DE MARIA,

CORTA PARA

 


Escrito por TIAGO SANTIAGO às 23h57
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28/10/2008

Vida de escritor de novela é assim. Na correria de escrever e ser pai, tem sobrado pouco tempo pra amigos, amigas e pro blog. Sinto muito, mas não tem outro jeito. Hoje mesmo passei só pra publicar ceninha que deve ir ao ar amanhã:

CENA DE ARQUIVO. ILHA. EXT. DIA

CENA 4. PRAIA. EXT. DIA

TATIANA SE ESGUEIRA PELA PRAIA. ESTÁ AINDA ASSUSTADA E UM POUCO CAUTELOSA. MAS SEGUE SUA FUGA. INSTANTES.

TATIANA             — (OFF) Pra que eu fui fugir? Agora tô eu aqui sozinha, correndo perigo e ainda por cima longe do meu pai! Meu Deus, olha por mim! Não deixa nada de mal acontecer comigo nem com o meu pai!

TATIANA CONTINUA CAMINHANDO. ELA É OBSERVADA. AINDA NÃO VEMOS POR QUEM. TATIANA PRESSENTE QUE NÃO ESTÁ SOZINHA.

TATIANA             — Mas é claro que tinha que dar tudo errado! A Maria apareceu! Sempre ela! Nunca vi! É ela aparecer pra tudo dar errado comigo!

ELA OLHA PARA OS LADOS PROCURANDO ALGO. INSTANTES. PRIMEIRO PARA A DIREITA E NADA. SLOW. DEPOIS PARA A ESQUERDA.

TATIANA             — Tem alguém aí? Tem alguém me seguindo?

PV DE TATIANA: A FLORESTA, SEM QUE VEJAMOS NINGUÉM.

TATIANA             — (OFF) O que o medo não faz? Eu tô imaginando coisas! Não tem ninguém aqui, Tatiana! Põe isso na sua cabeça!... Mesmo assim tenho que manter a atenção! Tenho que estar alerta! Sempre em alerta! Esse lugar é cheio de armadilhas, perigos! Tenho que confiar no meu instinto!

SUBITAMENTE QUANDO TATIANA SE VIRA DÁ DE CARA COM ROSANA QUE SAI DE TRÁS DE UMA ÁRVORE. SLOW. ELA ESTÁ DIFERENTE. VIROU UMA VAMPIRA. ELA ESTÁ COM OS DENTES GRANDES.

ROSANA              — Oi.

TATIANA             — Oi. Quem é você?

ROSANA              — Meu nome é Rosana. E o seu?

TATIANA             — Você é uma vampira.

ROSANA              — Não precisa ter medo de mim.   

TATIANA SE AFASTA ATERRORIZADA.

TATIANA             — Por favor, não me morda! Não me faça mal!

ROSANA              — Calma. Por favor, calma.

TATIANA             — Olha, eu sei me defender!

INSERIR EFEITO: TATI LANÇA ONDA DE ENERGIA SOBRE ROSANA.

ROSANA FICA ESPREMIDA CONTRA O TRONCO DE UMA ÁRVORE.

INSERIR EFEITO: ONDA DE ENERGIA PRENDE ROSANA CONTRA O TRONCO.

ROSANA              — Ai! O que é isso? O que você tá fazendo?

TATIANA             — Um campo de força! Pra você não se aproximar de mim! Vampira!

ROSANA              — Não. Não. Calma! Não vou te morder, garota! Não quero isso! Sou do bem!

NA REAÇÃO DE TATIANA,

CORTA PARA

CENA DE ARQUIVO. ILHA. EXT. DIA

CENA 5. MATA. OUTRO LOCAL. EXT. DIA

AQUILES CHEGA POR ALI, PREOCUPADO. OLHA PARA OS LADOS.

AQUILES             — Tati! Tati! Cadê você?

NENHUMA RESPOSTA.

AQUILES             — Onde será que essa menina se meteu? Eu preciso encontrar a Tati!

INSERIR EFEITO: AQUILES VAI PARA VÁRIAS DIREÇÕES EM SUPER VELOCIDADE. DEPOIS DE UM TEMPO, PROCURANDO, ELE PÁRA.

AQUILES             — Não tá em lugar nenhum. Procurei a noite inteira. Ah, meu Deus! Será que aconteceu alguma coisa com ela? A Bianca e a Leonor também sumiram!

INSERIR EFEITO: UM VENDAVAL MUITO FORTE COMEÇA A FAZER AS ÁRVORES BALANÇAREM.

AQUILES             — Nossa! Que vento!

INSERIR EFEITO: MUITO VENTO EM TORNO DE AQUILES

AQUILES             — Tava tudo tranqüilo... de repente, essa ventania... isso não é normal... Tem alguma coisa errada...

INSERIR EFEITO: FOLHAS VOAM PERTO DE AQUILES.

AQUILES             — Que horror! Esse vento tá muito forte! O que será que tá acontecendo?

BARULHO DE VENTO MUITO FORTE.

AQUILES OLHA PARA ALGO, IMPRESSIONADO.

AQUILES             — Meu Deus!

INSERIR EFEITO: UM REDEMOINHO DE VENTO MUITO FORTE VEM NA DIREÇÃO DE AQUILES E PÁRA DIANTE DELE.

INSERIR EFEITO: REDEMOINHO ASSUME A FORMA DE HOMEM-TUFÃO.

TUFÃO                 — Não gosta de vento, garoto?

NO ESPANTO DE AQUILES,

CORTA PARA

CENA DE ARQUIVO. ILHA. EXT. DIA

CENA 14. GALPÃO. INt. DIA

CONT. DA CENA 6. BIANCA E LEONOR ESTÃO MUITO ASSUSTADAS. ELAS COMENTAM ENTRE SI, ENQUANTO RECUAM, COM MEDO.

BIANCA               — Quem são essas pessoas, meu Deus?

LEONOR              — Nem parece gente... Que coisa mais horrível!

SÓ AGORA VEMOS O QUE ELAS VÊEM. CINCO ZUMBIS MEDONHOS, HORRIPILANTES (QUATRO FIGURANTES E UM ATOR)

ZUMBI                 — Um dia já fomos como vocês... Gente de carne e osso... Mas nossos genes nos condenaram... Morremos, mas não desfrutamos da morte.

LEONOR              — O que ele tá querendo dizer, Bibi? Não tô entendendo.

BIANCA               — Nem eu. Mas seja lá o que for, não tô gostando nada.

ZUMBI                 — Morri, mas continuo vivo.

LEONOR              — Eles são zumbis. É isso?

BIANCA               — Ah, não!

ZUMBI                 — Zumbis, exatamente. Mortos vivos. Não dormimos, não sonhamos, não vivemos... a única coisa que nos dá prazer é procurar nosso alimento... (SORRI, SÁDICO)

BIANCA               — Alimento?

LEONOR              — Acho que ele tá falando da gente!

BIANCA               — Cadê o manto?

LEONOR              — (OLHA P/ O MANTO, LONGE DELAS) Não tá comigo.

BIANCA               — Então, corre, Leonor! Não quero virar comida desses monstros!

BIANCA E LEONOR TENTAM FUGIR, APAVORADAS.

ZUMBI                 — Peguem as moças! Não deixem escapar!

ZUMBIS COMEÇAM A CORRER ATRÁS DE LEONOR E BIANCA.

COMEÇA A PERSEGUIÇÃO. GRITOS E CORRERIA DAS MÃES.

NA TENSÃO,

CORTA PARA

 


Escrito por TIAGO SANTIAGO às 21h12
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